
Senador propõe projeto de lei para combater fraudes no recebimento do BPC por refugiados
O Senador Hiran Gonçalves apresentou um Projeto de Lei com o objetivo de coibir fraudes no recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) por refugiados no Brasil. De acordo com o parlamentar, informações do Ministério da Fazenda apontam que 39% dos estrangeiros que atualmente recebem o benefício no país são venezuelanos.
Detalhes do Projeto de Lei
O Projeto de Lei apresentado pelo Senador Hiran Gonçalves visa implementar medidas mais rigorosas para verificar a veracidade das informações prestadas pelos solicitantes do BPC que são refugiados. A proposta pretende garantir que apenas aqueles que realmente se enquadram nos critérios estabelecidos possam receber o benefício, evitando assim fraudes e irregularidades.
Além disso, o Projeto de Lei propõe a criação de mecanismos de controle mais eficazes para acompanhar a concessão e manutenção do BPC para refugiados, a fim de garantir a transparência e a correta destinação dos recursos públicos.
Contexto da Proposta
A preocupação com possíveis fraudes no recebimento do BPC por refugiados aumentou nos últimos anos, principalmente devido ao crescente número de venezuelanos que têm buscado abrigo e assistência no Brasil em decorrência da crise humanitária em seu país de origem.
Diante desse cenário, o Senador Hiran Gonçalves destaca a importância de garantir a correta destinação dos recursos destinados ao BPC, assegurando que o benefício seja concedido de forma justa e transparente para aqueles que realmente necessitam.
Segundo dados oficiais, a Venezuela é atualmente o principal país de origem dos estrangeiros que recebem o BPC no Brasil, representando 39% do total de beneficiários. Essa realidade reforça a necessidade de medidas preventivas para evitar possíveis irregularidades no acesso ao benefício por parte dos refugiados.
O Projeto de Lei apresentado pelo Senador Hiran Gonçalves segue em tramitação no Senado Federal e deverá ser analisado pelas comissões competentes antes de seguir para votação em plenário. A expectativa é de que a proposta contribua para aprimorar a gestão do BPC para refugiados no país, garantindo sua efetividade e legitimidade.
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