Parcela de R$ 200 para nascidos em maio e junho hoje


Programa Pé-de-Meia: Quarta parcela de 2025 é paga aos nascidos em maio e junho

Os participantes do programa Pé-de-Meia nascidos nos meses de maio e junho recebem nesta quarta-feira (25) o pagamento da quarta parcela do programa Pé-de-Meia de 2025.

O valor de R$ 200 corresponde ao incentivo-frequência e é destinado aos estudantes da rede pública que estão matriculados no ensino médio regular ou na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Para ter direito ao benefício, os beneficiários devem ter presença mínima de 80% nas aulas.

Pagamento escalonado

Os pagamentos do incentivo-frequência ocorrerão até 30 de junho, conforme o mês de nascimento dos estudantes que estiverem matriculados em uma das três séries do ensino médio da rede pública de ensino. Confira o calendário:

– nascidos em janeiro e fevereiro receberam em 23 de junho;

– nascidos em março e abril recebem em 24 de junho;

– nascidos em maio e junho recebem em 25 de junho;

– nascidos em julho e agosto recebem em 26 de junho;

– nascidos em setembro e outubro recebem em 27 de junho;

– nascidos em novembro e dezembro recebem em 30 de junho.

De acordo com a Caixa Econômica Federal – responsável pela gestão dos recursos repassados pelo MEC – nesta etapa, ao todo, cerca de 3,2 milhões de estudantes de escolas públicas receberão o benefício.

Depósitos

A quarta parcela da “poupança do ensino médio” de 2025 está sendo depositada em uma conta poupança da Caixa, aberta automaticamente pelo banco em nome dos estudantes.

O valor pode ser movimentado ou sacado imediatamente, se o estudante desejar. Basta acessar o aplicativo Caixa Tem, se o aluno tiver 18 anos ou mais.

No caso de estudante menor de idade, será necessário que o responsável legal autorize o aluno a movimentar a conta. Esse consentimento poderá ser feito no próprio aplicativo ou em uma agência bancária da Caixa.

O estudante poderá consultar no aplicativo Jornada do Estudante, do MEC, o status de pagamentos (rejeitados ou aprovados) e as próprias informações escolares e regras do programa.

As informações relativas ao pagamento do programa federal também podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem ou no aplicativo Benefícios Sociais.

Confira os prazos de todo o calendário do Pé-de-Meia 2025 para o ensino regular:

Calendário Pé-de-Meia – Ensino regular – Arte/Agência Brasil

Confira os demais prazos do calendário do Pé-de-Meia 2025 para o EJA, relativo ao primeiro semestre.

Calendário pé-de-meia - EJA - primeiro semestre

Calendário Pé-de-Meia – EJA – Primeiro semestre – Arte/Agência Brasil

Pé-de-Meia

A chamada Poupança do Ensino Médio tem quatro tipos de incentivos:

– incentivo-matrícula: registrada no início do ano letivo, valor pago uma vez por ano, no valor de R$ 200;

– incentivo-frequência: por frequência mínima escolar de 80% do total de horas letivas. Para o ensino regular, são nove parcelas, durante o ano, de R$ 200.

– incentivo-conclusão: por conclusão e com aprovação em cada um dos três anos letivos do ensino médio e participação em avaliações educacionais, no valor total de R$ 3 mil. O saque depende da obtenção de certificado de conclusão do ensino médio;

– incentivo-Enem: paga após a participação nos dois dias do Exame Nacional do Ensino Médio, no ano que o estudante conclui o 3º ano do ensino médio. Os R$ 200 são pagos em parcela única.

Dessa forma, a soma do incentivo financeiro-educacional pode alcançar R$ 9,2 mil por aluno no fim do ensino médio.

Fonte: Agência Brasil

O impacto da pandemia de COVID-19 na economia brasileira

A pandemia de COVID-19, causada pelo novo coronavírus, trouxe uma série de desafios para a economia brasileira. Desde o início da crise, em março de 2020, o país enfrenta uma grave recessão, com consequências diretas para diversos setores da economia.

Um dos principais impactos da pandemia foi o fechamento de empresas e o aumento do desemprego. Muitos negócios não resistiram às restrições impostas para conter a propagação do vírus e tiveram que encerrar suas atividades, o que levou a um aumento significativo na taxa de desemprego no país.

Além disso, a queda na demanda por produtos e serviços também afetou a produção e o faturamento das empresas, gerando uma redução no PIB (Produto Interno Bruto) do país. Segundo dados do IBGE, o Brasil teve uma queda de 4,1% no PIB em 2020, a maior retração em 25 anos.

Outro setor impactado pela pandemia foi o de turismo. Com as restrições de viagens e o fechamento de fronteiras, o número de turistas estrangeiros que visitaram o Brasil caiu drasticamente, afetando diretamente a receita do setor. Além disso, muitas empresas do ramo tiveram que suspender suas atividades ou reduzir sua capacidade de atendimento, o que gerou demissões em massa e fechamento de estabelecimentos.

O setor de serviços também foi duramente atingido pela pandemia. Com o isolamento social e o fechamento de estabelecimentos comerciais, muitas empresas de serviços tiveram que se reinventar para continuar operando. O setor de eventos, por exemplo, teve que cancelar ou adiar diversos eventos, o que impactou diretamente a receita das empresas do ramo.

Para tentar minimizar os impactos da crise, o governo brasileiro adotou uma série de medidas econômicas, como o auxílio emergencial e a liberação de linhas de crédito para empresas. O auxílio emergencial, destinado aos trabalhadores informais e de baixa renda, foi fundamental para garantir o sustento de milhões de famílias durante a pandemia.

Além disso, o governo também implementou programas de incentivo à manutenção do emprego, como a redução de jornada e suspensão de contratos de trabalho. Essas medidas visavam evitar demissões em massa e garantir a continuidade das atividades das empresas afetadas pela crise.

Apesar das medidas adotadas pelo governo, a recuperação da economia brasileira ainda é incerta. Com o avanço da vacinação e a flexibilização das medidas de isolamento social, espera-se uma retomada gradual da atividade econômica, mas os impactos da pandemia devem ser sentidos por anos.

É fundamental que o governo continue adotando medidas para estimular a economia e garantir a recuperação dos setores mais afetados pela crise. Investimentos em infraestrutura, incentivos fiscais e apoio às pequenas e médias empresas são essenciais para a retomada do crescimento econômico do país.

Diante do cenário atual, é importante que a sociedade brasileira esteja atenta aos desafios que ainda estão por vir e que se mobilize para superar os impactos da pandemia na economia. A colaboração entre governo, empresas e sociedade civil será fundamental para garantir a recuperação econômica do país e a retomada do crescimento sustentável.

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