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Em meio à pandemia do coronavírus, a preocupação com a saúde mental da população tem se tornado cada vez mais evidente. O isolamento social, as incertezas em relação ao futuro e o medo do contágio têm impactado negativamente o bem-estar emocional de muitas pessoas. Nesse contexto, é fundamental buscar formas de cuidar da saúde mental e garantir o equilíbrio emocional durante esse período desafiador.



Uma das estratégias mais recomendadas por especialistas é a prática de atividades físicas. Exercícios como caminhada, corrida, yoga e pilates têm se mostrado eficazes na redução do estresse e da ansiedade, além de contribuírem para a melhora da qualidade do sono e do humor. Mesmo em casa, é possível encontrar alternativas para se exercitar, como vídeos de treinos online e aplicativos de fitness.



Além da prática de atividades físicas, manter uma rotina regular também é importante para preservar a saúde mental. Estabelecer horários para as refeições, o trabalho, o lazer e o descanso pode ajudar a criar uma sensação de normalidade e controle em meio ao caos. Além disso, é fundamental reservar momentos para o autocuidado, seja através de um banho relaxante, da leitura de um livro ou da prática de meditação.



O apoio emocional também desempenha um papel fundamental na manutenção da saúde mental. Manter contato com amigos e familiares, mesmo que de forma virtual, pode ajudar a aliviar a solidão e a ansiedade. Além disso, buscar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra em caso de necessidade é fundamental para lidar com questões mais complexas e garantir o bem-estar emocional.



Outra estratégia importante para cuidar da saúde mental durante a pandemia é limitar a exposição às notícias. O excesso de informações sobre a Covid-19 pode gerar ainda mais ansiedade e medo, por isso é importante selecionar fontes confiáveis e estabelecer limites para a busca por notícias. Além disso, é fundamental filtrar as informações que são recebidas, questionando sua veracidade e relevância para evitar a propagação de fake news.



Por fim, é importante lembrar que todos estão passando por um momento de crise e é normal sentir medo, ansiedade e tristeza. A busca por ajuda e o cuidado com a saúde mental são atitudes corajosas e necessárias para superar esse período desafiador. Com a prática de atividades físicas, a manutenção de uma rotina saudável, o apoio emocional e a limitação da exposição às notícias, é possível cuidar da saúde mental e garantir o bem-estar emocional durante a pandemia do coronavírus.

5 de dezembro de 2024

Plenário da Câmara dos Deputados aprova urgências de projetos do pacote de corte de gastos do governo

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (5), por mais de 260 votos favoráveis, as urgências dos projetos de lei que compõem o pacote de corte de gastos anunciado pelo governo para adequar o orçamento ao arcabouço fiscal. A votação do mérito das propostas ficou para a próxima semana.

Com críticas da oposição e de partidos aliados, o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), justificou que a urgência é para sinalizar o compromisso com a pauta, mas que o mérito será amplamente debatido na semana que vem.

“É claro que nós vamos discutir, na hora certa, o mérito das matérias. Muitos dos senhores nos colocam, com razão, restrições com relação ao projeto, ao que está contido sobre o BPC [Benefício de Prestação Continuada], às mudanças que o governo está sugerindo; muitos levantam ponderações sobre o Bolsa Família”, ponderou.

Guimarães avisou ainda que o governo está comprometido em negociar uma solução para o pagamento das emendas parlamentares, “que são legítimas e que precisam ser executadas naquilo que os parlamentares indicaram”.

Ao liberar o pagamento das emendas, o Supremo Tribunal Federal (STF) impôs critérios para transparência e rastreabilidade dos recursos não previstos na Lei sobre as emendas aprovada pelo parlamento e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em entrevista ao portal de notícias Jota, o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), reconheceu que a decisão do STF criou dificuldades para o andamento dos projetos na Câmara.

Pacote de cortes

Os projetos de lei 210/2024 e 4612/2024, que tiveram a urgência aprovada, limitam o crescimento real do salário mínimo à 2,5% acima da inflação, entre outras mudanças. Atualmente, o salário mínimo é corrigido com base no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores.

O pacote também prevê regras cadastrais mais rígidas para Bolsa Família e BPC, além de novos critérios para acesso ao BPC, que é o benefício pago às pessoas com deficiência e idosos de baixa renda que não conseguiram cumprir as exigências para acessar a aposentadoria.

Deputados e partidos que apoiam o governo apresentaram restrições a esses cortes. O deputado petista Valmir Assunção (PT-BA) pediu que a equipe econômica do governo reveja essas restrições ao BPC.

“Nós não podemos aceitar que, em nome do ajuste fiscal, em nome de corte de gastos, se dificulte o acesso das pessoas com deficiência ou idosos ao BPC, porque o BPC é um instrumento fundamental para as pessoas mais pobres que existem na sociedade”, afirmou.

O líder do PSB, partido da base do governo, deputado Gervásio Maia (PSB-PB), afirmou que o partido vota a urgência, mas pediu diálogo em relação ao mérito. “Entendemos que nós precisamos dialogar daqui para frente em relação ao mérito”, disse.

A oposição liderada pelo PL e Novo obstruiu a votação. O líder Marcel van Hatten (Novo-RS) pediu um corte de gastos maior. “É imperioso que este Parlamento faça as emendas necessárias para dar um verdadeiro ajuste fiscal ao Brasil e não esse projeto, que só gerou ainda piora maior no mercado”, afirmou.

O PSOL indicou o voto contrário por entender que não deve haver restrições ao salário-mínimo e ao BPC, como explicou o líder do partido, deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).

“E essas propostas não são insuficientes porque arrocham pouco, cortam poucas despesas sobre os mais pobres; elas são equivocadas porque atingem exatamente os mais pobres. Esse é o velho jogo ultraneoliberal”, disse o parlamentar fluminense.

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