Consequências da falta de sono para a saúde



A correria do dia a dia, o excesso de trabalho, os compromissos familiares e sociais muitas vezes levam as pessoas a negligenciarem uma das necessidades básicas do corpo: o sono. No entanto, a falta de descanso adequado pode trazer sérias consequências para a saúde física e mental.



Segundo especialistas, um adulto deve dormir em média de 7 a 9 horas por noite para garantir o bom funcionamento do organismo. Quando esse tempo de sono é constantemente reduzido, o corpo começa a sofrer uma série de impactos negativos.



Problemas físicos



A falta de sono está diretamente relacionada a problemas físicos como a obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e comprometimento do sistema imunológico. Isso acontece porque durante o sono o corpo se recupera, regula o metabolismo e fortalece o sistema de defesa contra doenças.



Além disso, a privação de sono também pode afetar a coordenação motora, a capacidade de concentração e a memória, o que aumenta o risco de acidentes e compromete o desempenho no trabalho e nas atividades do dia a dia.



Impactos na saúde mental



A falta de sono também pode desencadear problemas de saúde mental, como a ansiedade, a depressão e o estresse. Isso acontece porque durante o sono o cérebro realiza processos de limpeza e regeneração, que são essenciais para o equilíbrio emocional e o bom funcionamento cognitivo.



Além disso, a falta de sono pode levar a alterações no humor, irritabilidade, falta de motivação e dificuldade para lidar com situações estressantes. Com o tempo, esses problemas podem se agravar e comprometer a qualidade de vida da pessoa.



Como melhorar a qualidade do sono



Para evitar os problemas causados pela falta de sono, é importante adotar algumas medidas para melhorar a qualidade do descanso. Entre elas estão:




  • Estabelecer uma rotina de sono, indo para a cama e acordando sempre no mesmo horário;

  • Evitar o consumo de bebidas estimulantes, como café e refrigerantes, principalmente à noite;

  • Manter o ambiente do quarto escuro, silencioso e confortável;

  • Evitar o uso de eletrônicos antes de dormir, pois a luz azul emitida por esses aparelhos pode atrapalhar o sono;

  • Praticar atividades físicas regularmente, mas evitando exercícios intensos próximo à hora de dormir;

  • Buscar ajuda de um profissional de saúde caso tenha dificuldades para dormir regularmente.



Conclusão



A falta de sono pode ter consequências graves para a saúde física e mental, comprometendo o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas. Por isso, é fundamental cuidar da qualidade do sono e adotar hábitos saudáveis que favoreçam o descanso adequado. Com um sono de qualidade, é possível prevenir uma série de problemas de saúde e garantir o bom funcionamento do organismo.


Hamas aceita proposta de cessar-fogo com Israel

O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) informou, nesta quarta-feira (15), que aceitou a proposta de cessar-fogo com Israel para suspender o conflito na Faixa de Gaza que dura mais de 15 meses e matou mais de 45 mil pessoas.

Hamas responde positivamente à proposta de cessar-fogo

Em nota, o grupo palestino disse que entregou a resposta aos mediadores do Catar e do Egito após reunião de emergência para discutir o assunto.

“O movimento afirma que respondeu de forma responsável e positiva à proposta, guiado por seu compromisso com nosso povo firme na Faixa de Gaza para deter a agressão sionista e acabar com os massacres e a guerra genocida em andamento à qual estão sendo submetidos”, diz o comunicado do Hamas.

Declarações importantes sobre o acordo

Em evento realizado nessa terça-feira (14) no Atlantic Council, nos Estados Unidos (EUA), o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirmou que o acordo estava apenas dependendo da resposta do Hamas.

O acordo, ainda não anunciado oficialmente, determina uma fase inicial de seis semanas de cessar-fogo com a retirada gradual das forças israelenses de Gaza e a libertação de reféns mantidos pelo Hamas em troca de palestinos presos por Israel.

Repercussão internacional

Em uma rede social, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o acordo foi resultado de sua eleição.

“[Meu governo continuará a] trabalhar em estreita colaboração com Israel e nossos Aliados para garantir que Gaza NUNCA mais se torne um refúgio seguro para terroristas. Continuaremos promovendo a PAZ ATRAVÉS DA FORÇA em toda a região, à medida que construímos o ímpeto deste cessar-fogo para expandir ainda mais os Acordos Históricos de Abraão”, escreveu Trump.

Os acordos de Abraão são os documentos firmados entre Israel e países árabes da região para normalizar as relações com Tel Aviv e que são apontados como um dos motivos que levaram o Hamas a atacar Israel no dia 7 de outubro de 2023, dando início à atual fase do conflito israel-palestino iniciado em 1948.

O processo de cessar-fogo

Na primeira fase do cessar-fogo, alguns prisioneiros seriam liberados tanto do lado do Hamas quanto do lado de Israel, priorizando mulheres, crianças, homens acima dos 50 anos, feridos ou doentes. Na segunda fase, após 16 dias de cessar-fogo, seriam liberados os demais dos prisioneiros, todos homens e soldados.

A última fase do acordo prevê a discussão de um governo alternativo em Gaza e planos para reconstruir a região. De acordo com o secretário Blinken, que participou das negociações junto com representantes do Catar e Egito, os princípios do acordo consideram que o Hamas deve ficar de fora do novo poder em Gaza.

Posicionamento de Israel

Parte do governo de Israel vem pressionando para que o acordo não seja firmado. O ministro da Segurança Nacional do país, Itamar Bem-Gvir, disse que o acordo seria “terrível”.

“Apelo ao meu amigo, o Ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, para que se junte a mim numa cooperação total contra o terrível acordo que está a ser forjado e para que informemos juntos, de forma clara e decisiva, que, se o acordo for aprovado, nós nos retiraremos do governo juntos”, informou em uma rede social.

Fonte: Agência Brasil

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