Condutor que atropelou noivo no dia do casamento nega velocidade alta


Influenciador é interrogado pela Justiça do Rio de Janeiro

A Justiça do Rio de Janeiro interrogou, nesta quarta-feira (28), o influenciador Vitor Vieira Belarmino, que atropelou e matou o fisioterapeuta Fábio Toshiro Kikuta, em julho do ano passado, logo após o casamento do profissional.

Detalhes do acidente

O acidente ocorreu quando os recém-casados tinham acabado de deixar as malas no hotel e atravessavam a Avenida Lúcio Costa para dar um passeio na praia no Recreio dos Bandeirantes. Foi nesse momento que foram atingidos pela BMW de Belarmino, resultando na morte de Fábio Toshiro Kikuta. A esposa, Bruna Villarinho, não sofreu ferimentos no acidente.

Interrogatório e versão do réu

Na audiência presidida pela titular da 1ª Vara Criminal da Capital, juíza Alessandra Roidis, Belarmino negou estar dirigindo em alta velocidade no momento do atropelamento. Durante o interrogatório, que durou 1h20, o réu afirmou que não havia ingerido bebida alcoólica durante todo o dia e detalhou a presença de ocupantes em seu veículo no momento do acidente.

Relato do influenciador

Segundo Vitor, ao desviar para a pista da esquerda da Avenida Lúcio Costa para ultrapassar uma moto, se surpreendeu com o casal atravessando a pista a cerca de 20 a 30 metros do veículo. Ele tentou frear e desviar, porém, o acidente foi inevitável. Após atingir a vítima, Belarmino relatou ter parado o carro mais à frente para prestar socorro, mas diante da chegada de outras pessoas para ajudar, sentiu medo de ser agredido e seguiu viagem.

Decisão de não se entregar

Belarmino admitiu que após o acidente, foi para casa, pegou outro carro e levou seu irmão para a residência da mãe, em Campo Grande. Ele justificou que ao ver um mandado de prisão expedido, resolveu não se entregar na delegacia. Afirmou que somente agora, com a divulgação de informações que considera verdadeiras pela imprensa, decidiu se apresentar.

Questionamentos e acusações

Durante o interrogatório, Vitor foi questionado sobre a velocidade do veículo no momento do acidente e não soube responder. Além disso, expressou surpresa ao ser acusado de homicídio doloso, alegando que outros acidentes considerados mais graves são classificados como homicídios culposos pela imprensa.

Decisão futura

Ao final da audiência, a defesa de Vitor solicitou a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares menos gravosas, enquanto o Ministério Público se manifestou contrariamente. Os autos agora aguardam a decisão do juízo em relação ao requerimento.

Evidências do acidente

Apesar das negativas de Belarmino, o acidente foi registrado por uma câmera de segurança e testemunhas afirmaram à polícia que o veículo estava em alta velocidade e que o influenciador dirigia de forma perigosa. Peritos confirmaram que a velocidade do veículo era de 109 km/h, sendo a velocidade permitida na orla de 70 km/h.

Fonte: Agência Brasil

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