
Crimes de abuso de direitos humanos cometidos pela “African Parks”
A “African Parks”, ONG da qual o príncipe Harry, de 40 anos, faz parte, admitiu ter cometido crimes de abusos de direitos humanos no continente.
Investigação revela violações na República do Congo
A instituição de caridade de proteção à vida selvagem, que já foi presidida pelo monarca ao longo de seis anos, reconheceu que grupos étnicos da República do Congo teriam sido vítimas de estupros e outras formas de violência praticadas por guardas florestais da própria ONG, segundo uma investigação publicada pelo jornal “Daily Mail”.
Príncipe Harry envolvido na organização
Harry não faz mais parte da presidência da organização, porém foi promovido a integrante do conselho administrativo em 2023.
Mudanças para lidar com as questões reveladas nas denúncias
Ainda de acordo com a publicação, fontes afirmaram que ele sabe do ocorrido e já se reuniu com o grupo a fim de implementar mudanças para lidar com as questões reveladas nas denúncias.
Crimes descobertos em 2024
Em 2024, uma reportagem do “Mail on Sunday”, descobriu evidências nas florestas tropicais congolesas de crimes cometidos por fiscais administrados e pagos pela “African Parks”. A reportagem também trouxe relatos de espancamentos e homicídio.
Violência contra o povo indígena Baka
Dentre os testemunhos estão violações ao povo indígena Baka, conhecido no passado como pigmeus. Eles teriam sido impedidos de adentrar as matas em que caçam, pescam e encontram remédios naturais há milênios.
Relatos chocantes de abusos
Uma mulher que faz parte da comunidade indígena Baka, conhecida no passado como pigmeus, contou que foi forçada a ter relações sexuais com um guarda armado enquanto segurava o filho recém-nascido no colo.
Em outro caso, uma adolescente declarou ter sido aliciada por um segundo funcionário para trocar sexo por dinheiro.
Em um terceiro relato, feito por um ativista comunitário, um integrante da tribo teria morrido depois de ser espancado e preso, e não ter os ferimentos tratados.









