STJ mantém prisão de policiais ligados ao caso Gritzbach.

STJ nega liberdade a policiais suspeitos de envolvimento na morte de empresário delator do PCC

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta sexta-feira (4) negar liberdade a quatro policiais militares suspeitos de envolvimento no assassinato do empresário Vinícius Gritzbach, ex-colaborador e delator do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Decisão do STJ

A decisão foi proferida pelo ministro Sebastião Reis Júnior, que negou a soltura dos acusados Adolfo Oliveira Chagas, Alef de Oliveira Moura, Erick Brian Galioni e Talles Rodrigues Ribeiro. Os policiais estão presos desde 16 de janeiro deste ano e tiveram o pedido de liberdade negado.

Fundamentação da decisão

A defesa dos acusados alegou que não há provas de que representam risco à ordem pública, porém, o ministro entendeu que não há ilegalidades na decisão de primeira instância que determinou as prisões. Além disso, concordou que há indícios de que os acusados integraram uma organização criminosa.

Morte de Vinícius Gritzbach

O empresário Vinícius Gritzbach foi morto a tiros na área externa do Aeroporto de Guarulhos, no dia 8 de novembro de 2024. Câmeras de segurança registraram a ação dos criminosos, que também atingiram e mataram um motorista de aplicativo que estava trabalhando no local.

Envolvimento com o PCC

Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa PCC. No ano anterior, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando o nome de pessoas ligadas à facção e também acusando policiais de corrupção.

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Fonte: Agência Brasil

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