
CPI das Terras: Falso testemunho resulta em condução à delegacia
A CPI das Terras, em andamento na Assembleia Legislativa de Roraima, teve um desdobramento inesperado durante as oitivas realizadas recentemente. Um caso de falso testemunho resultou na condução à delegacia de Jamiro da Silva, procurador envolvido em um processo sobre a titularidade de terras na zona rural de Boa Vista.
Presidente da Comissão toma medida drástica
O presidente da comissão, deputado Jorge Everton, decidiu agir com rigor após identificar inconsistências no depoimento de Jamiro da Silva. Diante das evidências de falso testemunho, Everton deu voz de prisão ao procurador, que foi encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos sobre suas declarações durante a oitiva.
Fortalecimento das investigações
A atitude enérgica do presidente da CPI das Terras demonstra o compromisso da comissão em buscar a verdade e coibir práticas que possam comprometer o andamento das investigações. O falso testemunho é um crime que pode obstruir a justiça e prejudicar a elucidação de questões fundamentais para a sociedade, como a regularização fundiária e a garantia de direitos dos cidadãos.
Com a condução à delegacia de Jamiro da Silva, a CPI das Terras reafirma sua determinação em garantir a lisura e a transparência no processo investigativo. A partir do esclarecimento dos fatos e da apuração rigorosa das informações, a comissão busca contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.
As oitivas da CPI das Terras continuam a todo vapor, com depoimentos de testemunhas, especialistas e autoridades envolvidas com a questão fundiária em Roraima. A condução coercitiva de Jamiro da Silva serve como um alerta para aqueles que tentam ludibriar a justiça e interferir no trabalho legítimo da comissão.
A sociedade roraimense acompanha com atenção os desdobramentos da CPI das Terras, que tem como objetivo principal esclarecer eventuais irregularidades e garantir a segurança jurídica nas questões fundiárias do estado. A transparência e a seriedade das investigações são fundamentais para restabelecer a confiança da população nas instituições e no Estado de Direito.
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