Investimentos em tecnologia impulsionam o crescimento econômico



No cenário econômico atual, a tecnologia desempenha um papel fundamental no impulsionamento do crescimento das empresas e da economia como um todo. Com o avanço da transformação digital e a busca por inovação, investir em tecnologia se tornou uma estratégia essencial para se manter competitivo no mercado.



Empresas de diversos setores têm direcionado recursos significativos para o desenvolvimento e implementação de soluções tecnológicas que possam otimizar processos, reduzir custos e aumentar a eficiência operacional. A automação de tarefas repetitivas, a análise de dados em tempo real e a adoção de plataformas digitais têm sido algumas das principais tendências nesse sentido.



Além disso, a tecnologia tem possibilitado a criação de novos modelos de negócio e a abertura de novas oportunidades de mercado. Startups e empresas inovadoras têm se destacado ao oferecer soluções disruptivas que atendem às demandas de um público cada vez mais conectado e exigente.



Um exemplo claro desse cenário é o setor financeiro, que tem passado por uma verdadeira revolução tecnológica nos últimos anos. As fintechs, empresas que unem finanças e tecnologia, têm conquistado espaço no mercado ao oferecer serviços mais ágeis, seguros e acessíveis do que as instituições financeiras tradicionais.



No Brasil, o investimento em tecnologia tem sido impulsionado também por iniciativas do governo e incentivos fiscais para empresas que apostam na inovação. Programas como a Lei do Bem e o Inovação Brasil têm estimulado o desenvolvimento de novas tecnologias e a modernização de processos produtivos.



Além disso, a pandemia de Covid-19 acelerou ainda mais a necessidade de digitalização das empresas, com a adoção do home office, o aumento das compras online e a busca por soluções de pagamento sem contato. Essa nova realidade trouxe à tona a importância de investir em tecnologia para garantir a continuidade dos negócios e a segurança dos dados.



Com o avanço da inteligência artificial, da Internet das Coisas (IoT) e da computação em nuvem, as possibilidades de inovação são cada vez mais amplas. Empresas que investem em tecnologia estão mais preparadas para enfrentar os desafios do mercado e se adaptar rapidamente às mudanças no cenário econômico.



Portanto, fica evidente que os investimentos em tecnologia são essenciais para impulsionar o crescimento econômico e garantir a sustentabilidade das empresas a longo prazo. Aqueles que apostam na inovação e na transformação digital saem na frente e se destacam em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.



Diante desse cenário, é fundamental que as empresas estejam atentas às tendências tecnológicas e busquem parcerias estratégicas para acelerar sua jornada rumo à digitalização. O futuro dos negócios passa pela tecnologia, e quem investe nesse caminho está mais preparado para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que surgem a cada dia.


Impactos da emergência climática na empregabilidade de populações vulneráveis

Eventos climáticos extremos e os impactos da emergência climática têm afetado de forma mais intensa as populações em situação de vulnerabilidade, especialmente no que diz respeito à empregabilidade e acesso à renda. Segundo o boletim Emprego e Renda do Centro Brasileiro de Justiça Climática (CBJC), esse grupo é predominantemente composto por pessoas negras – pretas e pardas -, com destaque para as mulheres. As pessoas negras são as mais presentes em empregos informais nas áreas urbanas, atuam como pequenos agricultores e representam a maioria dos moradores em áreas de risco.

De acordo com Taynara Gomes, coordenadora de pesquisa do Centro Brasileiro de Justiça Climática, “emprego e renda são áreas que se conectam de forma significativa com a discussão climática e ambiental, pois abordam a vulnerabilidade. Quem está mais inseguro, com menos acesso a um refúgio climático, a recomposição de renda e moradia, está mais exposto aos impactos da crise climática”.

Diferenças de acesso e vulnerabilidade

O boletim aponta que trabalhadores negros recebem cerca de 60% do salário dos trabalhadores brancos, mesmo possuindo a mesma qualificação. Além disso, a taxa de informalidade no trabalho é mais alta entre pessoas pretas e pardas em comparação com pessoas brancas. Enquanto 32,7% dos brancos estão na informalidade, o número sobe para 43,4% entre pretos e 47% entre pardos.

É importante ressaltar que cargos de liderança são predominantemente ocupados por pessoas brancas, com 69% dessas posições ocupadas por elas. Já pretos e pardos representam apenas 29,5% dessas posições. Entre a população economicamente ativa, 56,1% são negros, sendo que 65,1% das pessoas desempregadas são negras. A insegurança habitacional afeta 10% dos brancos, 19,7% dos pretos e 20,8% dos pardos.

Taynara destaca a concentração de renda e vulnerabilidade, apontando que a população negra tem menos acesso a renda e ao mercado formal de trabalho, sendo mais afetada pela informalidade e recebendo salários mais baixos.

No que diz respeito ao trabalho doméstico, nove em cada dez trabalhadores domésticos são mulheres, sendo que seis em cada dez delas são mulheres negras. As mulheres dedicam em média 9,6 horas a mais por semana ao trabalho de cuidado do que os homens, e as mulheres negras realizam 92,7% das tarefas domésticas.

Situação na zona rural

No contexto do emprego rural, a maioria dos trabalhadores é negra, desempenhando muitas vezes trabalhos não reconhecidos e não formalizados, o que resulta em menos acesso a políticas públicas, renda e tecnologias adequadas. Cerca de 54,4% da agricultura familiar é composta por pessoas pretas e pardas, e 60% dos trabalhadores do campo estão na informalidade. Enquanto sete em cada dez agricultores negros possuem menos de 0,1 hectares, oito em cada dez agricultores brancos possuem 10 mil hectares ou mais.

Populações rurais sofrem diretamente com os impactos das queimadas e pressão do agronegócio, além de enfrentarem dificuldades no acesso a políticas de segurança alimentar e fundiária. Em regiões como a Amazônia, comunidades isoladas enfrentam insegurança alimentar devido às mudanças climáticas, sem acesso a políticas que possam mitigar esses impactos.

Taynara finaliza ressaltando que as populações vulneráveis, que já sofriam com a precariedade do emprego antes das emergências climáticas, estão ainda mais expostas aos impactos extremos do clima. A vulnerabilidade aumenta diante de eventos como calor intenso, alagamentos e mudanças nos ciclos climáticos.

Fonte: Agência Brasil

No último final de semana, a cidade de São Paulo foi palco de um evento que reuniu milhares de pessoas em busca de diversão e entretenimento: a Comic Con Experience, mais conhecida como CCXP. O evento, que já está em sua sexta edição, é considerado o maior do gênero na América Latina e reúne fãs de quadrinhos, cinema, séries de TV, games e cultura pop em geral.

Com uma programação repleta de atrações, a CCXP contou com a presença de grandes estrelas do cinema e da televisão, como Gal Gadot, Margot Robbie, Henry Cavill e Ryan Reynolds. Além disso, o evento também teve painéis com diretores de filmes e séries de TV, exibições de trailers exclusivos e lançamentos de novos produtos relacionados ao universo geek.

Uma das atrações mais aguardadas pelos fãs foi o painel da Warner Bros, que trouxe novidades sobre os filmes da DC Comics, como “Mulher-Maravilha 1984” e “O Esquadrão Suicida”. O estúdio também aproveitou o evento para divulgar o trailer de “Matrix Resurrections”, quarto filme da franquia dirigido por Lana Wachowski.

Outro destaque da CCXP foi a presença da Netflix, que levou ao evento o elenco da série “Stranger Things” e divulgou informações sobre as próximas temporadas. Além disso, a plataforma de streaming anunciou novas produções originais e exibiu trailers de séries aguardadas pelos fãs, como “The Witcher” e “Sandman”.

Além dos painéis e das exibições de trailers, a CCXP também contou com uma área de exposição com estandes de empresas do ramo de entretenimento, onde os fãs puderam comprar produtos exclusivos, participar de atividades interativas e tirar fotos com réplicas de cenários de filmes e séries.

Outro ponto alto do evento foi o Artists’ Alley, espaço dedicado aos quadrinistas e ilustradores, onde os fãs puderam conhecer o trabalho de artistas nacionais e internacionais, comprar prints e sketches e até mesmo conversar com seus ídolos do mundo dos quadrinhos.

Além das atrações ligadas ao entretenimento, a CCXP também promoveu painéis e debates sobre cultura pop, diversidade, inclusão e representatividade. O evento contou com a presença de ativistas, artistas e influenciadores que discutiram temas importantes para a comunidade geek, como o papel das mulheres, da comunidade LGBTQ+ e das pessoas negras na indústria do entretenimento.

Com ingressos esgotados para todos os dias, a CCXP 2021 foi um sucesso de público e crítica, consolidando-se como o principal evento de cultura pop da América Latina. A próxima edição do evento já está marcada para dezembro de 2022 e promete trazer ainda mais novidades e atrações para os fãs do universo geek.

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