Celine Dion critica uso de ‘My Heart Will Go On’ por Trump

Celine Dion repudia Donald Trump por uso não autorizado de música em campanha

A renomada cantora Celine Dion utilizou suas redes sociais para expressar publicamente seu desagrado quanto ao uso não autorizado da música “My Heart Will Go On” pelo candidato à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua campanha eleitoral. Em uma declaração no Instagram, Dion não só deixou claro que o uso da música não foi autorizado, como também fez uma leve ironia sobre a escolha da canção, questionando se realmente era adequado utilizar “AQUELA música” de Titanic.

Uso não autorizado e posicionamento da equipe de Celine Dion

A equipe de Dion, juntamente com a gravadora Sony Music Entertainment Canada Inc., prontamente se manifestaram sobre a situação, informando que não deram permissão para a utilização do vídeo, gravação, performance e imagem da cantora interpretando “My Heart Will Go On” durante um comício de Donald Trump / JD Vance em Montana. A atitude foi claramente repudiada, ressaltando que Celine Dion não apoia esse tipo de uso não autorizado de sua obra.

Histórico de artistas e problemas com Trump

Essa não é a primeira vez que artistas se veem em situações semelhantes com o presidente dos Estados Unidos. Adele, Rolling Stones, Neil Young e Rihanna já passaram por momentos em que tiveram que pedir para que Trump cessasse o uso indevido de suas músicas em eventos políticos.

O questionamento da equipe de Dion sobre a escolha da música parece estar ligado ao fato de que “My Heart Will Go On” é tema do filme Titanic, dirigido por James Cameron, e ficou eternizada pela relação com o naufrágio do navio. Lançada em 1997, a canção conquistou um Oscar de melhor canção original, diversos prêmios no Grammy e se tornou uma das músicas mais vendidas de todos os tempos.

Celine Dion: volta aos palcos e posicionamento

Recentemente, Celine Dion fez um retorno marcante aos palcos ao se apresentar na abertura das Olimpíadas Paris 2024, sendo calorosamente ovacionada pelo público. Sua performance marcou sua volta após quatro anos afastada devido ao diagnóstico da Síndrome da Pessoa Rígida.

A atitude firme e assertiva de Celine Dion quanto ao uso não autorizado de sua música por Donald Trump ressalta a importância do respeito aos direitos autorais e da integridade artística dos artistas, fortalecendo o debate sobre a ética no uso de obras musicais em contextos políticos.

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