
Nego Di: Humorista segue preso e investigações avançam
O humorista Dilson Alves da Silva Neto, conhecido como Nego Di, continua detido desde o último domingo, 14, sob suspeita de estelionato, lavagem de dinheiro, fraude tributária e rifa eletrônica. Na sexta-feira, 19, seu sigilo bancário foi quebrado e investigadores descobriram que a doação de R$ 1 milhão às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul era, na verdade, uma farsa.
Investigações em andamento
O Ministério Público está analisando as contas do ex-participante do BBB e deve emitir um parecer nos próximos dias. Nego Di, que já era conhecido por polêmicas, agora enfrenta também a suspeita de crimes e problemas com a justiça.
Polêmicas anteriores
Em maio, Nego Di foi alvo de uma ação do Tribunal de Justiça do Estado (TJRS), que exigiu a remoção de publicações do humorista que continham informações falsas e desinformativas sobre as ações de socorro às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul em abril.
Ação judicial
A juíza Fernanda Ajnhorn assinou a decisão que atendeu a uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público, que constatou a disseminação de informações sem embasamento nos perfis do influenciador. As postagens causavam incerteza e prejudicavam o atendimento às vítimas pela disseminação de desinformação.
Em relação à prisão de Nego Di, esta ocorreu no dia 14 de julho, sob a acusação de ter lesado cerca de 370 pessoas através de uma loja virtual de sua propriedade. O humorista é investigado por estelionato, lavagem de dinheiro, fraude tributária e rifa eletrônica, com um total de R$ 5 milhões desviados.
O rompimento do sigilo bancário do humorista revelou a farsa da suposta doação milionária durante as enchentes no Rio Grande do Sul, comprovando que a ajuda nunca aconteceu, apesar das declarações públicas feitas por Nego Di.
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