
Prolongamento da greve dos professores e técnicos das universidades: Lula afirma que montante de recursos é “não recusável”
Lula critica greve dos professores e técnicos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta segunda-feira (10), o prolongamento da greve dos professores e técnicos das universidades e institutos federais. Lula afirmou que o montante de recursos negociados com o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para recompor os salários dos docentes e servidores é “não recusável”. Em reunião pública com reitores de universidades e institutos federais, no Palácio do Planalto, Lula enfatizou a importância de considerar a proposta para o retorno à normalidade acadêmica.
Recursos anunciados para educação e negociação da greve
Na ocasião, o presidente anunciou R$ 5,5 bilhões em recursos do Ministério da Educação (MEC) para obras e custeio do ensino técnico e superior, além da construção de novos campi universitários e hospitais. Lula destacou a importância de acabar com a greve e ressaltou que é preciso coragem por parte das lideranças sindicais para finalizar o movimento.
Salários defasados e negociações em andamento
Durante o evento, a reitora da Universidade de Brasília (UnB) e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Márcia Abrahão, destacou a defasagem salarial dos docentes e servidores técnicos administrativos. O reitor do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) e do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Elias Monteiro, pediu avanço nas negociações para encerrar a greve.
Proposta de reajuste e próximas rodadas de negociação
O governo apresentou uma proposta de reajuste de 13,3% a 31% até 2026, com variações de acordo com os salários. As negociações continuam e novas rodadas estão previstas para os próximos dias, com foco na resolução do impasse e retorno às atividades acadêmicas.
Conclusão
A greve dos professores e técnicos das universidades federais e institutos federais persiste, enquanto as negociações entre sindicatos e governo buscam uma solução para a recomposição salarial e melhorias nas condições de trabalho. A expectativa é que um acordo seja alcançado em breve, visando o retorno à normalidade acadêmica e o fortalecimento do ensino superior no país.
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